05 set 2014

A fantástica e grandiosa retrospectiva de Jeff Koons

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Esse ano muitas pessoas vibraram com a abertura da retrospectiva do badalado artista Jeff Koons no Whitney Museum, em Nova York. Agora, a exposição embarca para Paris, para em novembro ocupar todo o Centre Pompidou.

Suas obras imensas e coloridas, fascinam a todos e tem um grande alcance entre as pessoas. Não à toa, Jeff Koons é o artista vivo mais caro da atualidade – sua obra Balloon Dog (Orange), foi vendida pela Christie’s em Novembro do ano passado por 58,4 milhões de dólares- e naturalmente um dos artistas mais importantes, populares e mais falado no mercado da arte.

Aos 59 anos e com 35 de carreira, o apelidado de “Novo Warhol” (e tão polêmico quanto o original), ganhou uma imensa exposição no Whitney Museum, diga-se de passagem, a mais cara e maior mostra dedicada a um único artista da história desse museu. São 130 obras criadas dispostas de forma cronológica a partir do segundo andar do museu. Muitas delas, para não dizer todas, são inspiradas em seus filhos, como a obra Play-Doh uma imensa junção de massinha de modelar em tamanho gigante.

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A escolha de Koons pelo Whitney para se despedir do edifício concebido pelo arquiteto da Bauhaus, Marcel Breuer, em 1966, foi uma decisão que se deu nada mais nada menos por Koons ter “a obra mais emblemática do nosso tempo”, segundo o próprio Adam D. Weiberg, diretor do museu, em entrevista coletiva durante a apresentação da exposição que foi inaugurada 27 de Junho e se mantém até 19 de Outubro.

Nessa altura, será tempo de fechar a porta, entregar as chaves aos novos proprietários do edifício, o Metropolitan Arte Museum, e fazer as malas até ao prédio que Renzo Piano projectou no Meatpacking District, entre o High Line e o rio Hudson. Será ali o novo Whitney a partir da Primavera de 2015.

 

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